Especialista da Sesau orienta sobre os cuidados para evitar a prematuridade

Cuidados com a mãe e acompanhamento pré-natal são essenciais para evitar o parto prematuro

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Especialista da Sesau orienta sobre os cuidados para evitar a prematuridade
Pré-natal da gestante é fundamental para evitar o nascimento de bebês prematuros

Fabiano Di Pace / Ascom Sesau
 

Em alusão ao Novembro Roxo, mês dedicado à prevenção da prematuridade, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) esclarece a população sobre as principais medidas que podem ser tomadas para assegurar uma gestação e um parto tranquilo.

 

O enfermeiro da Supervisão de Cuidados à Mulher, Criança, Adolescente (Sumca), Lucas Lucena, explicou o pré-natal é uma medida essencial para evitar o parto prematuro.

 

Conforme a literatura médica, o tempo normal de uma gestão é de cerca de 40 semanas e um parto feito entre 34 e 37 semanas é considerado prematuro tardio. Já abaixo de 34 semanas, é considerado prematuro.

 

“Esses bebês prematuros podem desenvolver complicações como dificuldades respiratórias e problemas cardíacos. Eles também podem ser afetados por problemas gastrointestinais, de imunidade, além de apresentarem deficiências oculares, auditivas e imaturidade no sistema nervoso central”, alertou o enfermeiro da Sesau.

 

Lucas Lucena destacou que o principal cuidado que toda gestante deve tomar é assegurar as consultas e acompanhamento pré-natal. “Durante o pré-natal, são avaliados os possíveis riscos, além do acompanhamento do desenvolvimento do feto, além de serem repassadas orientações e de serem feitos os exames para assegurar uma gestação tranquila e clinicamente segura”, explicou o profissional.

 

Hábitos saudáveis

 

Lucas Lucena destacou que também é importante a adoção de hábitos saudáveis pela gestante. “Mulheres grávidas precisam manter uma dieta saudável e evitar o consumo de álcool, bem como não fumar e não usar outras drogas, que podem prejudicar a gestação e aumentar as chances de um parto prematuro”, destacou.

 

O enfermeiro da Sesau enfatizou que as políticas públicas e protocolos bem estruturados são essenciais para proporcionar um pré-natal de qualidade às gestantes.

 

“Com assistência neonatal qualificada, é possível melhorar as condições de saúde desses bebês, promovendo um início de vida mais seguro e saudável, o que impacta positivamente também as famílias e a sociedade como um todo”, ressaltou Lucas Lucena.


FONTE: Governo de Alagoas
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